E eu sinto aquela coisa no meu peito
Eu sinto aquela grande confusão
Eu sei que eu sou um vampiro que nunca vai ter paz no coração
Às vezes eu fico pensando porque é que eu faço as coisas assim
E a noite de verão ela vai passando, com aquele seu cheiro louco de jasmim
E eu fico embriagado de você
Eu fico embriagado de paixão
No meu corpo o sangue não corre, não, corre fogo e lava de vulcão
Por isso é bom não se aproximar
Muito perto dos meus olhos
Senão eu te dou uma mordida que deixa na sua carne aquela ferida
Na minha boca eu sinto a saliva que já secou
De tanto esperar aquele beijo, ai, aquele beijo que nunca chegou...
Uma confusão na minha vida viu... não sei não. Acho que vou seguir os conselhos de uma amiga: "Lu, as vezes a gente precisa ser egoísta" Vou começar a pensar mais em mim, e talvez, me isolar das coisas (e quem sabe, coisinhas), pensamentos, pessoas, sei lá... algo é necessário nesse momento! É tanta confusão... E olha que nem é A Crise dos 15 Dias
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
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