quarta-feira, 3 de abril de 2013

Que seja fácil, indolor. Que seja novo!

Eis o melhor e o pior de mim.O meu termômetro, o meu quilate.
Vem, cara, me retrate!
Não é impossível, eu não sou difícil de ler...
Faça sua parte!
Eu sou daqui, eu não sou de Marte.
Vem, cara, me repara!
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim.
Em alguns instantes sou pequenina e também gigante.
Vem, cara, se declara!
O mundo é portátil pra quem não tem nada a esconder.
Olha minha cara: é só mistério, não tem segredo.
Vem cá, não tenha medo!
A água é potável daqui você pode beber.
Só não se perca ao entrar no meu infinito particular.